A melhor descoberta: Gota d’Água
A força e a constância da July, a mão delicada e firme da Gi, a emoção da criação da cena, o entusiasmo na composição da personagem e da minha galinha cenográfica, o excesso de nervosismo no dia da apresentação, parecendo uma doida
A melhor coxia: Turistas e Refugiados
Os pulinhos de energização e farra antes da peça, o emocionado abraço de concentração no Eddie, a pressa do Evandro em vestir minha barriga e a minha em vestir a Glenda, o momento de conexão com meu bebê de mentira, os abraços em pêndulo
O melhor camarim: Bonitinha, mas Ordinária
No pior de todos os camarins, o minúsculo do teatro 3, aquela energia que nos uniu pra sempre, enxugando o suor do Na, trocando o Rafa mil vezes, sendo transformada de velha em adolescente em um minuto cravado, com muita ajuda de Dani e cia
A melhor lágrima: Rasto Atrás
Numa peça tão linda e com um grupo tão sensível, que chorar em pleno ensaio era comum (principalmente levando na mão uma gardênia). Na última sessão, o choro comovido durante quase toda a peça, sentados ali, à vista do público
A melhor reação de público: Fama
No semestre em que namorar era mais importante que qualquer coisa, os olhos claros, as fugas e os abraços no chão do palco… e canto, dança, muita confusão para culminar, na coreografia final da última sessão, no público acompanhando a música com palmas
O melhor momento “ai, que orgulho”: Assis Valente
Nos aplausos da última sessão, lágrimas nos olhos ao som de “Brasil Pandeiro”, explodindo de alegria e sensação de missão cumprida ao admirar a conquista do grupo. Para ainda ser homenageada com o mais lindo buquê de flores
O melhor aplauso: Do Jeito que Você Gosta
Já deu pra perceber a importância que a última sessão tem pra mim? Imaginem então o último aplauso, da última sessão, da última peça do curso… a expressão de meu rosto, registrada na câmera pra sempre, diz tudo. Caí em lágrimas depois, é claro.